Características
do professor segundo à lógica da avaliação
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Classificatória
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À serviço da aprendizagem
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Não
proporciona espaços significativos para um diálogo profundo;
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Existe
uma relação subjetiva entre o professor e os alunos;
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A
avaliação do aluno se refere ao rendimento como resultado verificável;
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A
avaliação é contínua;
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Não
rever sua metodologia de ensino;
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Rever
a metodologia de ensino, quando o aluno não aprender;
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O
professor precisa tornar o outro objeto sujeito da relação, interrompendo as
relações intersubjetivas;
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O
sujeito é visto como ativo no processo;;
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O
professor pretende medir o conhecimento do aluno para classifica-lo;
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O
docente traz desafios para a sala de aula, para que os alunos façam a
discussão.
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O
docente tem o controle e poder em sala de aula;
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O
docente preocupa-se com aprendizagem;
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A
avaliação somente quantitativa;
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A
avaliação é qualitativa e quantitativa;
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O
único lugar de aprender é na escola;
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Aprender
na dinâmica e a intensidade da relação aprendizagem-ensino;
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O
modelo hierárquico;
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O
professor se reavalia;
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Configura-se
as ideias de mérito, punição, julgamento e recompensa.
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Não
recorre a punição no caso do aluno erre, é se deixa rever no que foi feito;
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Webfólio destinado a postagem de materias produzidas na disciplina de Avaliação da Aprendizagem, com orientação do Professor Joseval Miranda, no intuito de refletir acerca do real papel da prática avaliativa escolar.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
CARACTERÍSTICAS DO PROFESSOR SEGUNDO À LÓGICA DA AVALIAÇÃO
QUESTIONÁRIO
Questionário do texto - Webfólios Reflexivos: contributos para o desenvolvimento profissional do professor e Webfólios - instrumentos de avaliação autêntica.
Questão 1. Quais
as contribuições do Webfólio para o processo de aprendizagem para o estudante?
Questão 2. Como
organizar o Webfólio?
Questão 3. O
Webfólio congrega com qual perspectiva de avaliação?
RESPOSTAS
Questão 1.
- Os Webfólios podem alterar a mística e a autoridade dos exames tradicionais;
- Proporciona a oportunidade de mostrar conhecimentos e capacidade que não são facilmente observáveis através de outros meios de avaliação;
- Professores mais ativos;
- Desenvolve potencias e capacidades do aluno;
- Uma nova abordagem de avaliação;
- Visualização dos conteúdos de forma muito eficiente;
- Obtenção de feedback mais frequente e rapidamente;
- Trabalho coletivo e individual;
- Compreende a compilação de todos os trabalhos realizados pelos alunos, permitindo uma discussão entre os alunos com o professor;
- Promove a auto-regulação;
- Possibilita as relações pessoais e interpessoais;
- Fomentar a sua autonomia, reflexividade e capacidade de iniciativa;
- Promover a capacidade crítica e reflexiva;
- O aluno fica apto a tomar iniciativas e definir e alterar estratégias em função do que achar mais adequado.
Questão 2.
Os
Webfólios devem ser implementados em todos os seus níveis de maturação (álbum;
curriculum vitae; colaboração curricular entre aluno e escola; mentorização
para a mestria; prova autêntica para efeito de certificação; avaliação e
reflexão), para que consigam tornar autênticos instrumentos de certificação,
avaliação e reflexão, não esquecendo a sua complexidade e exigência processual. O
instrumento desenvolvido envolveu duas ferramentas disponíveis na web com
funções distintas: uma plataforma de criação de sites (Wix) e uma plataforma de
armazenamento de informação online (Box). Com a construção de webfólio ele terá
a exploração criativa da apresentação dos conteúdos, a relevância do conteúdo,
a usabilidade e navegação, organização da informação, a valorização de
gráficos, a possibilidade de partilha e colaboração direta, a interação e
espaço para a reflexão.
Questão 3.
De
acordo com o texto de Maria Isabel, o Webfólio congrega a uma avaliação
autêntica, porque tem como finalidade prioritário melhorar o processo de
ensino-aprendizagem que ocorre na interação de um professor com seus alunos.
Informar e orientar os alunos e os pais sobre os avanços, centrando-se fundamentalmente
em suas aptidões, interesses, capacidades e competências.
O JULGAMENTO...
Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até
reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco. Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o
homem dizia: “Este cavalo não é um
cavalo para mim, é como se fosse uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa,
amigo? ” O homem era pobre, mas
jamais vendeu o cavalo.
Numa manhã descobriu que o cavalo não estava na
cocheira. A aldeia inteira se
reuniu e disseram: “Seu velho estúpido!
Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado! Teria sido melhor vendê-lo, que
fatalidade! ” O velho disse:
“Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o
cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Quem pode
saber o que vai se seguir? ”.
As pessoas riram do velho, sempre souberam que ele
era um pouco louco. Mas quinze
dias se passaram e, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não tinha sido roubado, ele havia fugido para a
floresta e não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
“Velho, você estava certo, não se trata de uma
desgraça, na verdade provou ser uma bênção”.
O velho disse: “Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam
que o cavalo está de volta. Quem sabe se é uma bênção ou não? Este é apenas um
fragmento. Se você lê uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo
o livro? ”.
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas
interiormente sabiam que ele estava errado, afinal, agora eram doze lindos
cavalos.
O único filho do velho começou a treinar os
cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde ele caiu de um cavalo e
fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram e disseram:
“Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça.
Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único
amparo. Agora você está mais pobre do que nunca”.
O velho disse: “Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem
tanto. Digam apenas que o meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é
uma desgraça ou uma bênção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é
dado”.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país
entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistarem.
Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas.
A aldeia inteira estava chorando, lamentando-se
porque aquela era uma luta perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais
voltaria. Elas vieram até ao velho
e disseram: “Você tinha razão
velho, o que aconteceu com seu filho foi uma bênção. Seu filho pode estar
aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre”.
O velho disse: “Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas
que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não
foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma bênção ou uma desgraça. Não devemos julgar,
pois o julgamento nos deixa obcecados com fragmentos e deixamos de crescer
porque o nosso mental fica estagnado. Julgar é um processo sempre arriscado e
desconfortável”.
A jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outra começa. Uma
porta se fecha e outra se abre. Atingimos um pico e sempre existirá um pico
mais alto. Precisamos aprender a não julgar, pois quando não sentimos esta
necessidade, estamos satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de
nele crescer. Somente assim caminhamos em harmonia com as Leis Divinas.
Autor desconhecido.
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